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sexta-feira, abril 12, 2013

O +, do Google+,no Blogger, de "a" a "z"

Estou criando este post para entender esta nova funcionalidade do Google+.

Acabo de descobrir que, se aperto o +, seguido do nome de alguém, ou de uma página do Google+, esta pessoa ou página adentra o bate-papo aqui.

Seria um Facebook dos blogs?

Não sei. Mas vou fazer um teste.

Vejo por exemplo o amigo +andre gusmao . Talentoso, criador da Boga de Mijo, artista, designer, pensador, querido novo amigo!

Penso na letra b, e vou para o +Bruno-Araxá meu irmão querido, meu amigão. Ou para +Beatriz Vitorino que acaba de tomar minha prefeitura do Galetão no Foursquare. Vai ter troco, hahahaha!

Percebo que temos aqui um formato diferente de rede social. Resta saber se as pessoas irão receber a notificação do Google+ e virão para cá continuar nosso diálogo.

Na letra c, tenho +Cris Leal , um professor apaixonado por seu tema, o cinema. É fácil aprender vendo este comprometimento e paixão com um assunto.

Vou para a d e encontro +Daniel Caldas , grande planner da Mentes Digitais e na véspera de receber uma ótima notícia. Estou na torcida, amigo!

Na letra e, temos +christian eduardo , que desde pequeno vejo como referência de inteligência, musicalidade e veia artística. Um forte abraço, amigo!

Na letra f, vou para +Dailton Felipini , grande palestrante e entendedor de ebooks e ecommerce. Sabe tudo destas áreas, fale com ele! E o +Flavio Andrade , meu amigo, meu irmão, baterista, compadre, com quem compartilhei e compartilho grandes momentos desta vida!

Na letra g, falo com o +Gabriel Leite , sócio, amigo, professor e futuro entendedor de gastronomia mundial.

Na letra h, aparece para mim a +Paula Hernandez , querida amiga, arquiteta, conhecedora do mundo e das boas coisas. E o +Daniel Honorato , araxaense que admiro, conhecedor dos meios digital e jornalístico.

Na letra i veio o +Alexandre Inagaki , que já deve estar no Google+ fazendo algo. Terei que pesquisar logo em seguida.

Para a letra j, surge +Juliano Guerra e +João Karoauk . Fiz questão de citar os dois aqui, pois são referências na arte do vídeo ou do humor sofisticado. Ou ambos.

Olá, letra k, contigo veio a +Anne Karoline Silva com quem aprendi muito sobre este trabalho louco de gestão em mídias sociais.

Indo para a letra l, encontro com +Lucas Augusto Carvalho uma referência em assuntos Google em Aracaju.

Sobre M, penso em M & M's, mas também no +Mark Zuckerberg e no +thiego murillo tanzillo , passando pelo querido +Angelo Maneira Filho . Três feras desta letra!

Quando penso em n, surge +Aline Xavier da Silveira Neumann , minha parceira de vidas, minha musa inspiradora, meus dias e minha sabedoria.

Quando chegou a letra O, já sei: +Orlando Filho ! Conheçam este ser. Um señor, um gentleman, conhecedor de automobilismo e do mundo geek. Vale a pena!

É pau, é pedra, é a letra p de  +Ana Paula Passos , guerreira, empreendedora, lançando excelentes workshops e cursos na terra de Zé Peixe.

Será que acho alguém com q? Sim, a +Patricia Quinn which is a new name for me. I enjoyed the subject you are a especialist on. Could you explain more to us?

E então vou para o r, de +Gabriel Roncaglione , um parceirão, amigo de todas as horas, tenho a honra de conviver contigo!

Na letra s, quem chegará? O +Paulo Silveira , querido cunhado e com quem aprendi que o Google+ iria longe.

Na letra t, tem o +Andreas Toscano , sim, claro. Depois de descobrir o Google+, foi com este meu queridíssimo amigo que aprendi muito sobre as múltiplas possibilidades que o Google+ nos proporciona. Valeu, Deas!

Quando vou para o u, acho o +Daniel Uchôa , empreendedor, inovador na arte de medir o desempenho dos vídeos na web.

Para a letra v, temos +Eloy Vieira , jornalista e pesquisador, com quem descobri que o dia deve ter mais de 24 horas para caber todas as séries do mundo.

Na letra W, do meu querido, lindo e saudoso pai Willy, temos também o +John Walker Jr , querido amigo e com quem encontro sempre em redes como o Facebook ou o Foursquare.

E a letra y? +Flavio Yukio Motonaga apareceu, caríssimo amigo desde a época da faculdade. Talentoso, múltiplo.

Para a letra x de Xuxa ou X Factor, temos o +Carlos Eduardo Xavier da Silveira meu cunhado também, sempre presente, muito inteligente e querido.

Para completar o alfabeto inteiro de Google+, terminamos com o +André Zacharias , que me lembra da importância de cuidar do corpo, a importância da corrida na vida de uma pessoa.

E assim, completamos esta postagem, com esta nova funcionalidade do Blogger, aproximando cada vez mais o Google+ do Facebook, acirrando a disputa e nos fazendo entender qual será o papel de cada um. Vejo que ainda mudarão muito. Tão próximos, mas tão diferentes. Tem pra todo mundo.
















domingo, dezembro 11, 2011

A disputa entre Google e Facebook nas entrelinhas

Quando a fama ainda não havia chegado, o jovem Mark Zuckerberg acompanhou com atenção as palavras de Bill Gates em uma palestra na Harvard. Hoje em dia, o que mais vemos é uma disputa entre Google e Facebook nas entrelinhas. Não entre Mark e Bill, pois o Gates está mais preocupado em salvar o mundo que a sua empresa, que continua indo muito bem,obrigado. E por ter uma atuação tão grandiosamente destacada em sua Bill & Melinda Gates Foundation, eu constantemente tiro o chapéu para ele.

Mas é interessante acompanhar a disputa entre Google e Facebook pelo gosto do internauta nas redes sociais. Presto atenção nas afirmações das duas gigantes e o jeito que eles tentam se esquivar para tirar um pouco a atenção da concorrente, como se isso fosse possível.

Por um lado, o chefe de negócios do Google, Nikesh Arora, disse há duas semanas, no dia 11 de Novembro, que o Google+ não é uma rede social. Ele quis passar a idéia de que o Google+ agrega elementos sociais a todos os serviços e produtos que oferecem. É bem provável que ele queira passar ao público a mensagem de que “hey, fique no Google e seus sites, quando quiser se socializar, o Google+ está pronto para você usar.” Indo mais além, incorporar o Google+ em tudo, inclusive no Facebook, pode ser a estratégia do Google para abocanhar tudo.

Três dias depois, Mark Zuckerberg contra-atacou para o Facebook. Disse para um programa de televisão norte-americano que o Google+ seria uma pequena versão do Facebook. Com isso, a mensagem que ele desejou passar provavelmente foi “hey, mercado, não ligue para o Google+, eles não estão aí para alojar todo mundo não, isso é coisa para nós do Facebook.”

Ninguém quer admitir, mas a verdadeira batalha é esta: quem vai alojar o mundo inteiro. De um lado do ringue, o Google diz que o Google+ não é uma rede social, mas sim que agrega elementos sociais a qualquer coisa, site, ferramenta deste mundo da web. Do outro lado do ringue, o Facebook diz que o Google+ é um mini-Facebook, para tentar convencer o mundo de que tudo, perto do Facebook, é mini. E assim, atingir seu objetivo principal, que é fazer o mundo todo se conectar pelo Facebook.

Assim, a verdadeira disputa nas entrelinhas é para conquistar o título de site que engoliu toda a Internet. Na verdade, uma disputa mais para a mídia e para os egos. Pois não é visualizável, pelo menos por enquanto, que alguma destas empresas possa chegar a cair tanto quanto o Yahoo! caiu depois de tanto estrelato. Os modelos de Google e Facebook parecem ter aprendido dos erros da velhinha e precursora Yahoo! Que ela não nos ouça (leia)...

Já no mundo financeiro, a luta do Facebook deve ser para conquistar a solidez que o Google já possui. Nesta seara, os números ainda são bem diferentes, apesar de crescentes para as duas empresas. O Google teve um lucro 17,35% maior no 1o. Trimestre de 2011, em relação ao mesmo período de 2010, chegando a um lucro de US$2,3 bi para um faturamento de US$8,58 bi. Enquanto isso, a Reuters especula que o Facebook, que ainda não divulga seus balanços, tenha faturado US$1,6 bi. Mas em 6 meses...ou seja, apesar do Facebook estar crescendo em um ritmo provável de 50% por semestre, ainda fatura aproximadamente 10 vezes menos que o Google. Muito chão para percorrer. Mas nada que deva tirar o sono de um cidadão normal. Você perderia o sono com um 2o. lugar no seu segmento, faturando mais de 1 bi de dólares por semestre?

Eu não. Mas que esta disputa rende, ninguém tem dúvida...

domingo, outubro 30, 2011

Das comunidades virtuais ás redes sociais:começo,meio e fim?

Das comunidades virtuais às redes sociais: começo, meio e fim?


Quando comecei a empreender em marketing digital em 1999, as “redes sociais” eram chamadas de “comunidades virtuais”. Não que elas tenham deixado ser comunidades, mas o mercado adotou o termo “redes sociais”. E num tempo em que se não puxarmos na memória só aparecem Facebook, Twitter e algumas outras redes sociais, vamos relembrar como funcionava este mercado voltando no tempo. Para começar, utilizei o Wayback Machine (www.wayback.archive.org ) para voltar 14 anos atrás e ir ao Six Degrees (www.sixdegrees.com ). Era muito diferente do Facebook? Não exatamente. Nasceu na época errada, apesar de ter rendido 125 milhões de dólares ao seu fundador Andrew Weinreich, ao ser vendido no ano 2000, para continuar aberto por apenas mais um ano. Se o Six Degrees não continuou sua saga de sucesso, o fundador Weinreich voltou a apostar na web e conseguiu vender outros sites. Tem o “feeling”do que vai dar certo, além da reputação de empreendedor serial das “redes sociais” ajudá-lo abrindo portas.

O Six Degrees existiu por 4 anos, chegou a ter 3,5 milhões de usuários mas sem alguns milhares de pequenos detalhes que fazem do site do Mark o sucesso que é para 800 milhões de pessoas até agora. Se você tentar acessar o Six Degrees hoje, verá que existem ainda alguns empreendedores querendo o relançar, mas quais são exatamente os planos que têm para o site, ninguém sabe.

Aqui no Brasil, ajudei a lançar em 2000 o eClube ( www.eclube.com.br , na época). No site, você criava clubes com sala de chat e fórum próprios, além de um serviço de encontros que funcionava não somente para os românticos, mas para os esportistas em busca de parceiros para partidas de tênis por exemplo. Além de outros tipos de encontros curiosos. Recebeu também seu investimento de uma incubadora, mas assim como tantos outros, era muito cedo para que as empresas compreendessem o tamanho da importância de se investir em uma presença nas “comunidades virtuais”. Não se acreditava que as grandes empresas teriam interesse em criar um “clube” de fãs com vontade de compartilhar mais informações sobre a marca.

Hoje a discussão no Brasil é se o Google+ irá engolir o Orkut. Lá fora, essa discussão não existe. Considera-se que o Orkut tenha sido “morto”pelo Google logo depois de seu lançamento (vide esta reportagem no http://bit.ly/w3w7ZX ).

Não existe a mínima aposta em uma sobrevivência do Orkut, e nisso o brasileiro pode começar a acreditar, vide o investimento bem maior em marketing por aqui, que na solução de bugs do site. Esta não é uma medida que garante qualquer futuro de um site social.

Muitos apostam que existe um ciclo de começo, meio e fim para as redes sociais, vide tantos exemplos como os citados aqui. Eu não consigo ver assim. Tendo a enxergar mais pelo lado das marcas. Microsoft, Apple, Amazon, Google e agora Facebook são marcas deste universo digital que conseguiram unir inovação a um encantamento forte do usuário por elas. Isto resultou em faturamentos enormes e crescentes. Ninguém pode garantir a eterna sobrevivência destas marcas, incluindo agora o sucesso da rede social Facebook. Mas o faturamento acima dos 4 bilhões, aliado à diversificação das fontes de receita do site para além da publicidade, mostram que uma aposta na longevidade da empresa não tem nada de anormal. Para o Facebook, o fim não parece ser o caminho. Está mais para a rede social que irá romper este ciclo e atravessar gerações.