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sexta-feira, setembro 23, 2016

6 Great Reasons To Launch a Career in Interactive Media

Does your father always buzz in your head that you should learn coding and become the next Bill Gates? Or is it a great passion for videogames that moves you when thinking of a career?
There are many reasons why you should think on launching a career in interactive media.

Here are 6 reasons that we consider great ones for you to become a interactive media professional:

1. You're probably going to work with what you love to do.



If you're into Minecraft for the last 3 years and thought it would be a nightmare to stop dedicating your life to videogames, a career in interactive media can be the one for you. One of the professions you can choose in this industry is "video game designer". Or "video game programmer", which pays even better.

2. There are jobs in the market for you


Via Reed

When you think that there are so many different professions in this industry, such as UX Designer, social media manager, programmer, graphic designer, and that those jobs are full of opportunities for you to grab, it's a good thing to hear. Success will rely on many other reasons, but that's some good news, eh?

3. Your creativity must be good for something!




Via GGVogue

You were always the creative guy in the house, right? And even though your parents may have told you that you should stop writing those crazy song that would not take you anywhere ( I hope they didn't say that, but just in case...), writing a video game soundtrack writer can be your career in the future. And well, you may want to listen what this video game audio freelancer has to say.

4. You'll be able to do whatever goes in your mind!



There are so many problems out there you would like to solve. Or maybe so many thing you'd like to accomplish. Well, whatever you may think of, if you decide to launch a programmer career, you can use your skills to create some new app. Or solve a huge global problem. Or just write a book, combined with programming, that will result in an interactive book. Exciting, don't you think? The world is yours to create.

5. You don't want to stop learning



Can you throw back your memories and remember how things were designed when you were born? Probably you have gone past some photos of the past and sneaked into very old school logos and designs that you twist the nose for, right? If you launch a career as a graphic designer, there will always be something new and exciting to learn, so you can always deliver modern logos, and be engaged in new trends to be a great professional.


6. Stop the train, I wanna change the world!



Ok, you love design, but you also want to change the world. If sustainability and environment is not for you and you still want to be a designer, you can be a UX designer and help the change the world. Well, you can help transform the real life of so many people. You can change how people take their daily train back home. Or how they get in touch with their relatives abroad. You can actually change the world. Or someone's world.

Why don't you take a look now on how emerging trends are impacting those interactive media professional's careers?

sexta-feira, janeiro 30, 2015

Crianças jogando videogames: qual a sua opinião?


Uma das questões que mais preocupam os pais nos dias de hoje é como lidar com o fascínio das crianças pelos videogames. Ao menos para os pais que se importam com suas crianças e o desenvolvimento saudável delas, e que não terceirizam completamente a educação para babás, professores, etc ( outro problema de nossa sociedade atualmente, mas aí é outro debate...).

Esta pesquisa publicada inicialmente na revista Pediatrics joga uma nova luz neste debate, mostrando que crianças que jogam menos de uma hora de videogame por dia possuem maiores índices de satisfação com a vida e os relacionamentos, que as crianças que não jogam diariamente (25% delas) e as crianças que jogam 3 horas por dia.

Um outro estudo mostra que o excesso de videogames eleva isolamento e agressividade das crianças.
Fuga da realidade, menos cooperação em casa, menos compaixão, menos solidariedade e mais dificuldade de conviver em grupo são alguns dos sintomas destas crianças que chegam a jogar 16 horas de videogame por dia.

Falei aqui neste texto desde a vantagem de se jogar ao menos por um período diário, limitado a uma hora, até o caso das crianças que jogam demais.

Sou amplamente favorável a limitar esta jogatina para ampliar o leque de opções do que fazer na vida, que estas crianças levarão para o futuro, como praticar esportes, conhecer mais a natureza, ler mais, conviver mais com os irmãos de forma direta e concentrada, um prestando atenção e se divertindo com o outro.

Na minha prática, vejo que vale muito a pena. No começo foi difícil reduzir a uma hora por dia, mas percebo um nível muito menor de agressividade nelas, dentre outros aspectos como ter aumentado a curiosidade delas em descobrir novos jogos, novos livros e ter aumentado a iniciativa delas em buscar mais outras atividades em seu cotidiano.

Caro amigo leitor, qual é a sua opinião? Já presenciou isto na prática?

+Tatiana Razuk minha amiga blogueira e expert em ensino infantil, o que me diz?