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domingo, outubro 10, 2010

100 atividades para se fazer em Araxá-2009

Caros amigos leitores,

Como muitas pessoas vinham me pedindo pela lista completa das 100 atividades para se fazer em Araxá, por não terem a versão impressa de 2009, publicarei aqui na íntegra, a lista de 2009, e completo com mais 5 atividades "bônus", estas já de 2010.
Espero que aproveitem e deixem seus comentários aqui!

abraços,

Fred


100 atividades para se fazer em Araxá- 2009

A lista de “ 100 atividades para se fazer em Araxá” de 2009 é a primeira da série. É dedicada não somente aos adolescentes entediados, e aos araxaenses ausentes que não voltam nunca, que perguntam “ o que se tem pra fazer lá na roça do Araxá?”
É também dedicada aos araxaenses e turistas em geral, e explicam porque amo tanto esta cidade, ou a parte boa dela, que é para mim imensa. Terei que escolher, pois são bem mais que 100 atividades para se fazer em Araxá. Terei que deixar algumas de fora. Afinal, no ritmo que a cidade cresce, deverá atingir a marca de 100.000 habitantes em 2009 ou 2010. E com tanta gente nova na cidade, certamente vão sempre surgir novas atividades tão interessantes quanto estas.Como é uma lista que se restringe a 100 atividades, a competição para se entrar nela se acirrará a cada ano. A cidade agradece.

Sugestão do autor:

Para quem não mora em Araxá: escolha algumas atividades apenas. Se for passar apenas alguns dias na cidade, não dará tempo de fazer tudo. Assim, volte mais vezes em 2009, até completar a lista. Pois ano que vem a lista se renova!

Para quem mora em Araxá: você terá todo o ano de 2009 para completar as atividades desta lista. Bom proveito, viva sempre Araxá!

1- Comer um sanduíche no Peninha, que tenha frango, bacon e a secreta maionese. São estas três razões que o tornam, a meu ver, o melhor sanduíche do mundo.
2- Fazer uma caminhada em volta da Lagoa do Barreiro, passando sempre rente a ela.
3- Ir ao Horizonte Perdido, assistir a um vôo de parapente, numa das rampas mais bem preparadas do Brasil.
4- Comer um “ torresminho molhado” no Bar do Tonho.
5- Ir ao Girassol como sócio, ou convidado por alguém.
6- Tomar uma tradicional sauna no Clube Araxá.
7- Atualizar-se sobre todas as novidades da cidade no Bar do Betão. Válido somente para adultos masculinos.
8- Levar seus filhos para brincarem na Cebolândia.
9- Sentar num banco da Praça Governador Valadares, e refletir.
10- Ver o Tigrão na rua e tratá-lo com respeito. Uma experiência única.
11- Visitar o Museu da Dona Beja.
12- Conhecer a Casa do Caminho.
13- Testemunhar as réplicas de ossos de dinossauros, lá na Fonte Andrade Júnior.
14- Tentar beber a água sulfurosa da Fonte Andrade Júnior.Faz bem á saúde.
15- Tomar um café da manhã completo no Grande Hotel
16- Caminhar na “ Rua da Banha”, espaço para pedestres da Av. Wilson Borges
17- Comer uma coxinha no Lanches Caseiro.
18- Tomar uma ducha escocesa nas Termas do Grande Hotel
19- Assistir a um jogo do Araxá Esporte Clube, se você não for filho do juiz.
20- Comer uma pizza no Pizzaiolo.
21- Passear na Casa do Pequeno Jardineiro, no meio de tantas árvores.
22- Conhecer o trabalho do Banco de Cadeiras de Rodas, no Rotary Club de Araxá.
23- Passear de carro depois da meia noite, em dia de semana. Cuidado com as esquinas.
24- Comprar uma caixa com 12 bolas de sorvete na promoção, do Moranguinho.
25- Assistir ao processo de produção da Cachaça Magotel, com espaço adequado para turistas.
26- Assistir a uma peça de teatro no Grande Hotel. Sempre tem.
27- Participar do Festival Internacional de Cultura e Gastronomia de Araxá. Muitas atrações gratuitas. Ed Motta já veio. Pepeu Gomes também.
28- Ir ao Spetu´s, onde tem comida top e conversa boa também.
29- Atravessar a Boa Vista, encontrando com todo mundo.
30- Comer uma empada na Cia da Empada, e ter o privilégio de conversar com o mestre do humor, Dudu.
31- Comprar um queijo curado do Mikicha.
32- Comprar um queijo do Guido, na Vereador João Sena.
33- Comprar biscoitos chimanguinhos, de polvilho doce ou azedo, em vários lugares.
34- Tomar uma tigela de açaí na Tribo do Guaraná.Eu peço para misturar com banana.
35- Jogar futebol no campo do Coelhão.
36- Jogar futebol no Planeta Gol.
37- Jogar futebol na casa do Fabiano aos Sábados.
38- Jogar tênis com amigos, e engordar depois com a cervejada e petiscos.
39- Redescobrir sempre, com os assovios de Diou que a profissão de lixeiro é nobre e fundamental.
40- Ir ao Monjolo, apreciando sabores diferentes com a vista do Cristo Redentor.
41- Assistir á programação da TV Sintonia, única emissora 100% local.
42- Assistir a uma apresentação do grupo Batuxá, com crianças tocando percussão, cavaquinho e violão.
43- Comprar uma rosca da Delícias da Vovó.
44- Comprar os biscoitinhos de queijo da Quitandas da Régia.
45- Comprar vários doces da terra, na Doces Joaninha, na Dona Marinês, e em diversos pontos da cidade.
46- Andar de pedalinho na Lagoa do Barreiro.
47- Tentar achar a Dona Beja pela cidade.Surpreenda a todos, e divirta-se com esta pergunta: onde está Dona Beja?
48- Tomar água mineral direto da Fonte Dona Beja, a água mais radioativa do Brasil, e cantar bem alto lá em seu interior. O eco é divino.
49- Tomar um banho de lama nas Termas do Grande Hotel.
50- Visitar as ruínas do Hotel Rádio, onde Santos Dumont se hospedou.
51- Visitar a Biblioteca Municipal Viriato Correia, ler um livro e conhecer seu trabalho completo.
52- Dentro da própria biblioteca, conhecer o novo Espaço Positivo Olavinho Drummond, com quase mil livros de auto-ajuda.
53- Assistir a um show do cantor e compositor Germano Soraggi, que emociona com seu trabalho único.
54- Ler um jornal araxaense e tomar um frappuccino no Café Docê.
55- Comer uma picanha no Delei.
56- Atravessar a rua e comer um feijão a la “ Mocréia”, com cupim ou costela no Costelão.
57- Conversar com um araxaense acima dos 70 anos, e buscar conhecer mais nossa história.
58- “ Sequestrar de mentirinha” sua companheira ou companheiro, e levar para passar um dia hospedado no Grande Hotel.
59- Ir ao cinema no Cine Brasil, para ver um lançamento de preferência nacional.
60- Visitar o Museu Calmon Barreto e conhecer a obra deste ilustre artista araxaense que foi desenhista, pintor, escultor, gravador e escritor.
61- Assistir á decoração natalina da casa de Dona Dora Lemos. Que a tradição continue após sua passagem.
62- Chupar mangas lá na Praça da Mangueira, e pedir para não derrubarem mais árvores.
63- Fazer sua própria fantasia, e participar da Festa da Fantasia, uma das mais tradicionais festas da cidade.
64- Comer um sanduíche no Pólo Norte.
65- Assistir a um show da banda Peixe Piloto, talvez a banda mais antiga e talentosa em atividade em Araxá.
66- Conhecer o Bar do Zé da Égua, e experimentar a Porpeta á Bolognesa.
67- Escutar a um programa de rádio, vídeo, etc, de Marcelinho e Caceba, os melhores do humor em Araxá.
68- Jogar futebol no Buracanã, belo espaço público para a prática deste esporte.
69- Visitar o Museu da Imagem e do Som de Araxá, com um interessante acervo.
70- Tomar um “brunch” na Pão Nosso no Domingão.
71- Jogar xadrez na Academia Araxaense de Xadrez e presenciar o belo trabalho que eles fazem em Araxá.
72- Almoçar na Pousada Dona Beja no Domingo, e nadar em sua piscina.
73- Na época da Exposição, levar seu filho para ver os animais no Parque de Exposições de Araxá.
74- Visitar o Santuário de Nossa Senhora de Fátima e presenciar a sua bela vista da nossa cidade.
75- Voltar ao Horizonte Perdido e experimentar a batata frita empanada, petisco único e delicioso.
76- Andar de “ charrete” no Parque do Barreiro.
77- Dar um pulo “ logo ali” na Serra da Canastra, e banhar-se em uma de suas lindas cachoeiras.
78- Comer uma coxinha com catupiry na Deliciosa.
79- Deleitar-se com as empadas tradicionais da Tia Luzia.
80- Andar de skate, em uma das rampas ou nos altos e baixos que Araxá proporciona.
81- Se você for idoso, bater palmas e participar da Uni Sênior.
82- Bater mais palmas, desta vez para Mariana Rios, que sempre consegue falar de Araxá em seu brilho na TV.
83- Participar ( degustando) de um Velório do Boi, organizado pelo atuante Clube da Cozinha Araxaense.
84- Conhecer o Museu Sacro da Igreja de São Sebastião, esta que foi construída no início do século 19.
85- Ler uma das edições da revista “ Trem da História”, editada pela Fundação Cultural Calmon Barreto, que conta nossa história de forma incrível.
86- Visitar o Túmulo da Filomena, onde muita gente vai buscando por milagres.
87- Comer 5 pães-de-queijo por R$1 em alguns pontos da cidade.
88- Jantar um prato italiano no Hotel Colombo com música em volta.
89- Caminhar pela Estrada Velha do Barreiro, entrando no meio dos eucaliptos. Pegar uma folha e sentir seu cheiro.
90- Comprar um sabonte de lama Nur.
91- Fazer compras de artesanato local da cidade.
92- Comer um mexidão no Rei do Mexido, no fim-de-noite.
93- Visitar a Árvore dos Enforcados
94- Conhecer os belos serviços prestados pelo Núcleo Espírita “ Labor, Fé e Amor”
95- Comer os deliciosos salgadinhos da lanchonete da Rodoviária, a qualquer hora do dia
96- Assistir ao Amadorão, campeonato de futebol amador da cidade, super disputado.
97- Passear no Aeroporto Romeu Zema, a cada dia mais modernizado.
98- Tomar um chopp ao fazer compras, já disponível em muitos supermercados da cidade.
99- Participar de um dos cursos de cinema que o Marco Maneira abre, de tempos em tempos.
100- Ser um araxaense de carteirinha, e divulgar isso onde você estiver

Bônus 2010

101- Comer um peixe ao molho no Chalé Ana Jacinta. É de comer de joelhos. (hours concours)
102- Ir ao Sushi Uai ou ao Fuji, os primeiros restaurantes orientais da cidade.
103- Passear no Lago Norte totalmente modernizado, caminhar, passar pela ponte,etc.
104- Fazer um dos passeios de quadriciclo que a Turcan oferece.
105- Visitar o Serpentário de Araxá, hoje com mais de 500 cobras.


* esta lista foi publicada originalmente nas colunas 100 e 101 do Fred Neumann, no Jornal Interação.

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

Marketing de rede:um grande negócio

Se você me perguntasse a minha opinião a respeito de marketing de rede em 1995, eu te devolveria uma resposta rápida dizendo que era algo discutível, ilusório e recheado de gente chata. Razão pela qual não entendia como meu pai, uma pessoa espetacular e longe de ser chata, tivesse se encantado por essa atividade, mesmo tendo empreendido por tão pouco tempo nisso. Quando eu parti para a Austrália, mesmo sabendo de minha opinião inabalável e inalterável sobre o marketing de rede, ele me pediu para que tentasse pesquisar algo naquele país sobre a Amway, empresa que ele havia escolhido participar.
Passados alguns meses de Austrália, trabalhando como vendedor de flores em um restaurante sofisticado, fui abordado por um elegante senhor, acompanhado de sua esposa que também prestava muita atenção em minhas reações durante a conversa. O senhor me perguntou se eu morava permanentemente na Austrália, e se este era meu único rendimento. Fui sincero, respondi que sim, e ele me convidou para uma reunião de negócios, que poderia me ajudar a aumentar bastante a minha renda. Na época eu tinha 22 anos, e minha opinião negativa a respeito de marketing de rede continuava inabalável. Mesmo assim, aceitei o convite, acreditando que existiria uma chance de ser a mesma empresa de meu pai. Eu estava certo. Dias depois, participei da reunião, conduzida por alguns profissionais vestidos de forma impecável, e outros vestidos de forma impecavelmente cafona. Achei interessante, e por isso mesmo o senhor que me convidou elevou sua empolgação e me faz um convite tentador: ir com eles, sem despesa nenhuma, para a convenção nacional da empresa, que aconteceria semanas depois, na capital da Austrália, a organizada cidade de Canberra, que eu não conhecia. Resolvi aceitar, principalmente para poder ter algo a dizer para meu pai na volta ao Brasil, e para ter mais embasamento na minha opinião irredutível sobre aquele bando de empolgadíssimos. E cegos, na minha opinião na época.
Ao sair de Sydney, onde eu morava, rumo a Canberra, decidi que iria aproveitar a viagem ao máximo, como um fim-de-semana de férias com tudo pago. Foi assim que eu encarei aquela viagem. E a convenção nacional da Amway manteve-se na minha memória apenas como o auge nas carreiras de vendedores que estavam mais inclinados a participarem de um culto religioso.
Por causa disso, tirando o prazer de conhecer a capital da Austrália, fiquei mais 10 anos sem me interessar por nada relacionado a marketing de rede. Até chegar ao ano de 2006 quando, vendo que o número de empresas usando o marketing de rede para crescer exponencialmente havia aumentado a olhos vistos, resolvi eu também abrir mais minha cabeça e exorcizar um pouco meus preconceitos. Afinal, o máximo que poderia acontecer era me sentir uma pessoa melhor e mais elevada, sem os antigos demoniozinhos do preconceito. Pois depois de alguns meses de busca não muito consciente, encontrei-me com um amigo de infância na rua, todo apressado. Perguntei a ele como estava, e a razão da pressa, afinal era o primeiro dia do ano, momento muito propício para abraços e votos de Feliz Ano Novo. Na época ele acertou errando, ao tentar evitar essa celebração, e me perguntar se poderia me visitar em minha casa depois do almoço. Ao aceitar seu convite, ele não só foi, como levou mais cinco amigos. Na verdade, eu não precisava de ninguém na sala. Fui convencido pela força do material de trabalho de uma empresa chamada Tahitian Noni. Era o fim de meu preconceito, e o início de minha paixão por uma atividade chamada marketing de rede, ou marketing multinível, se preferir. Minha história com esta empresa durou dois anos e meio, e só não durou mais por causa da corrupção em um órgão regulador do governo, que a fez sair do Brasil. A empresa continua líder na maioria dos 75 países onde atua, contribuindo com a melhoria na qualidade de vida de milhões de pessoas diariamente.
Assim, desde Maio deste ano estou apenas analisando propostas, enquanto não descubro uma nova empresa que trabalhe com marketing de rede, que me faça encantar por sua proposta.Eu sei que não demorarei muito mais tempo para me decidir por uma delas.
Enquanto isso, vejo pessoas que admiro, como o presidente da ACIA, Emilio Parolini e meu amigo empreendedor João Bosco Sena de Oliveira publicamente assumindo um novo desafio neste setor. Bato palmas, desejo sucesso e fico feliz pela mudança de conceito que a população tem tido. Já são mais de dois milhões de profissionais atuando neste setor, no Brasil inteiro. E se você ainda continua com a minha postura dos tempos da Austrália, eu daria apenas um conselho: experimente aceitar novas idéias, e deixe sua vida mudar para muito melhor. Ah, sabe aqueles chatos do marketing de rede? Esqueça. Você não conviverá com eles. Não duram muito nas empresas que escolhem. Pulam de um negócio para outro a cada mês. Escolha a empresa certa, e esteja pronto para conhecer um mundo novo de pessoas bem mais próximas do sucesso financeiro, e do seu conceito do que é ser uma pessoa altamente agradável e positiva.

*texto publicado originalmente no Jornal Interação, de Araxá-MG, de 29/10/2009