domingo, outubro 08, 2006

A silenciosa vitória no tabuleiro que cresceu


Peão, chame a rainha
Sem campainha, lá da torre
No grito, rasgando garganta
O que era uma pracinha
Agora pula, cerca, morre
Se não pensar, nada adianta
Do meu poder, chamo o rei
O bispo chamará o povoado
Virão a pé ou à cavalo
Se for preciso gritarei
Torcedor lá sentado
Do banquinho grita, eu calo

No tabuleiro que cresceu
De um lado o adversário bate
Do outro, o calado xeque-mate

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Foto de Denis Murczak
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