terça-feira, outubro 17, 2006

A saga do amor entre ditados


O rato roeu a roupa do rei de Roma
Mas não roeu o amor
Nem um olho
Socorram-me, subi num ônibus em Marrocos
Com um maço de brócolis
Se eu tivesse com pressa
Perderia a amizade
Com a perfeição
Em tempos de guerra
Temos que correr atrás dela
Nunca se vence uma guerra
Lutando sozinho
O amor não transforma urubu
em frango
Mas com orangotango em cada galho
O amor está no ar
E o pássaro na mão mais vale
Que dinheiro no caixa
Ao comprar alhos com mãos frias
Levou bugalhos no coração quente
Quem te viu, quem te vê
Já não sabe se é o amor
Ou se é caso da TV
Na dúvida, chame o médico
Peça um riso de remédio
E amanheça caminhando...
Se espirrar
É o mar
Saúde

Foto de Breno Peck
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