quinta-feira, novembro 30, 2006

A conversa-18

Um senhor, provavelmente munido de teor alcóolico além da conta, adentra a empresa:

Senhor Não Sóbrio se dizendo Doente: Hugh, eu gostaria, hugh, de saber, hugh, se alguém poderia, hugh, me dar um real para comprar um remédio.
Senhor Sóbrio: Meu senhor, vá até à avenida tal, onde acharás a Farmácia Municipal, que lhe dará remédio de graça.
Senhor Não Sóbrio se dizendo Doente: Ah, hugh, tá, obrig-hugh, ado.

Sai da empresa. Começam os comentários. Um deles abaixo.

Senhor Sóbrio: Se ele tivesse me pedido um real para comprar uma cachaça, eu teria dado. Gosto de premiar a sinceridade.
Outro Senhor Sóbrio: É, mas quero te relembrar que da última vez que você fez isto, o nobre bebum quase te consagrou rei. Bem capaz dele te reconhecer daqui a cinco anos, no meio de um Mineirão lotado, e dizer: esse é o cara! Gente, hugh, boa!
Senhor Sóbrio: É, faz sentido...
--------------------------------------

A Conversa-17 tinha como tema a greve dos bancários.
Postar um comentário