sexta-feira, novembro 24, 2006

I mameluco me

Fiquei pensando. Como seria a melodia inventada por um bebum americano, que morou 5 anos no Chile, conheceu uma gaúcha, e foi morar em Natal? O americano tomou 7 caipi-cajá, e voltava feliz pra casa, abraçadinho com a amada.
Pensei, ele deve misturar todas as línguas que conheceu, e dobrando a sua própria.
Acho que seria assim a canção:

I, mameluco meeeee
Caminando deliciante con my loooove
Jo caipiro con las siete de one timeee
Sheiké bari pelas ruas down at nighhhhht
Carmenzita que te quiero in my heart
Live so long para beijar-te mucho maiiiis
Bamos sentar aca, en la plaza de lo fiiiire
( bah, Gary, levanta daí, você vai passar mal!)
All right, mi querida, esquecida desto louuuco
Mia skin es mas blanca que la sand de Nataaal
Jo me rio, quando jumpo en dromedario
Bem despues del Santiago, the chilenos viva viva
Cá I am, with manteiga de garrafa
Mais garrafa than manteiga
Jo believo soy menteca
Singo mucho, no caningo non, melodia es comigo
Quando drinko lo suco de cajá, ou cachaço con tu
Mi querida Carmenzita, bamo bailá del forró
Era for all ahora I know, hugh, hugh, hugh
( Chega, Gary, você vai passar mal e chamar o Hugh Grant, deixa o cara com as guria dele... o Fred já tem material suficiente pro blog dele, vamos pra casa)
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Agradeço ao casal fictício, o americano Gary e a gaúcha Carmen, por autorizar-me a publicar esta melodia.
Como a Internet é vasta, e já aconteceu uma vez, quando sugeri o nome Clotildiano para as Clotildes e acabei conhecendo a incrível Clotilde Tavares que já usara este nome para uma coluna sua numa revista, aviso desde já caso exista algum casal Gary e Carmen, que não criei tal melodia após conhecê-los, afinal não os conheço, nem sei se tal casal existe. Mas se existir, será um prazer conhecê-los. Seria o segundo caso de ficção inspirada em alguém que não ainda não conheço. Uma beleza.
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