segunda-feira, setembro 11, 2006

Do tênis



Meus primeiros passos no tênis, 25 anos atrás, foram cercados de tênis novos do Ivan Lendl, raquetes de madeira já deixando de serem fabricadas, risadas com as estripulias agressivas do McEnroe ou estripulias engraçadas do Jimmy Connors. E uma auto-biografia da Martina Navratilova. Esta mesmo que aposentou-se pela segunda vez na carreira praticamente com 50 anos, ganhando mais um título de Grand Slam, em duplas mistas.
Cruzes. Noss´enhora. Isso é muito. Exuberante, destruidor de fôlego, só de pensar.
Foram 59 títulos de Grand Slam.
Mais de um Grand Slam por ano de vida.Uau.
O último ontem, em seu último jogo na carreira.
Em 1994 eu fui a um jogo que fazia parte de uma turnê que ela entitulou na época de " Farewell Tour", em Campinas.
Ela sempre foi um de meus ídolos, pela perseverança e coragem de assumir suas crenças em público.
Para completar, sua última partida na carreira ( por enquanto?) coincidiu com o aniversário de outro dos meus ídolos, este pela simplicidade, talento, carisma e garra: Gustavo Kuerten
O tênis faz parte de minha vida.
Cheguei a ser terceiro no ranking de Minas Gerais. Mas a morte de minha mãe me desanimou a seguir carreira neste esporte.
Fui para a música, o marketing, a empresa, mas assisto tênis sempre.
Acredito no destino, palavra com incríveis 67 milhões e 100 mil ocorrências no Google.
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Fred Neumann rebateu, aos 179.818 artigos da Wikipédia em português.
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